Muitas.
Tantas.
Atropeladas.
Alucinadas.
Dadas por todas as mãos.
Mãos sinceras.
Olhar sorridente.
Tudo embrulhado num som estridente de alegria, de festa, de azáfama.
No fim… desmontaram-se os palcos.
O meu… o outro…
Entrei no carro.
Fiquei sozinha.
Questionei-me:
Qual o valor das palmadinhas nas costas?
Estarei a ficar amarga? Mal agradecida?
Porra!... tenho que deixar de pensar tanto.
3 comentários:
Tu não amargas nunca ó doçura... Já vi que correu bem. Fico feliz por ti...
Sózinha... pois também ando com essa merda desse sentimento colado às minhas entranhas...
Beijos grandes
Susana
Olá, meninas!
A sério que não me apercebi que estava a escrever sobre solidão. Sobre este tema, escrevi em Julho do ano passado e, vocês fizeram-me lembrar o referido texto. Por isso, o publico a seguir. Mais coisas? Não pensen muito. A sério. Às vezes, mais vale deixar correr o tempo. Nem sempre o pensamento é eficaz. Por vezes, o tempo passado, é mais eficiente. Beijinhos às duas.
Com um sorriso como o teu, nada amarga. O tempo passa, e nunca em vão, modifica as coisas, Ana. Por vezes e embora possas não acreditar, para melhor.
Beijinhos. Fiquei feliz por te ver regressar :-)
Enviar um comentário