(apontamentos)
Há um imenso desequilíbrio que teimo em ignorar.
Hoje, vacilo entre o bom senso e a intuição.
É isso que faço.
segunda-feira, janeiro 16, 2006
sábado, janeiro 14, 2006
Entre músicas antigas e memórias imperfeitas, te celebro, 11 anos depois.
O tempo, uma peneira, vai excluindo o que menos marcou.
Ficou uma imagem e o preenchimento de mim própria, até ao limite da pele.
Emoção, como mais nenhuma.
Sobre uma ponte quase sem fim, observo lá em baixo. Tudo o que me lembro.
É triste o meu olhar.
Conforto-me contigo e com o caminho iluminado, que tens à frente.
Continuas a cheirar-me a vida.
Continuarás sempre uma parte de mim. De impossível desmembramento.
Nada é mais seguro que isto.
O tempo, uma peneira, vai excluindo o que menos marcou.
Ficou uma imagem e o preenchimento de mim própria, até ao limite da pele.
Emoção, como mais nenhuma.
Sobre uma ponte quase sem fim, observo lá em baixo. Tudo o que me lembro.
É triste o meu olhar.
Conforto-me contigo e com o caminho iluminado, que tens à frente.
Continuas a cheirar-me a vida.
Continuarás sempre uma parte de mim. De impossível desmembramento.
Nada é mais seguro que isto.
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